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27 de novembro de 2022
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Povo paramiriense insatisfeito com o atendimento demorado do Banco do Brasil

Demora no atendimento no Banco do Brasil é tema de debate na Sessão Ordinária do Legislativo de Paramirim na manhã desta quarta-feira, dia 23 de abril de 2014. O Vereador João de Almeida abordou o assunto, falou do desconforto dos clientes do Banco ao ficar em fila de espera por mais de duas horas, mencionou que o movimento na Agência de Paramirim aumentou após o fechamento da Agência de Macaúbas para reforma. Já o Vereador José Olinto Leão leu uma matéria do Jornal O Eco em que é abordado o tema, ressaltou que não é cumprido os quinze minutos de tolerância, mas frisou que o Legislativo municipal não tem poderes para legislar em âmbito nacional, já que as leis que normatizam os Bancos são de cunho Federal.

Acompanhamos os pronunciamentos dos Vereadores, ressaltamos a importância de tentar encontrar uma solução para algo que não atinge somente Paramirim. Não há maior absurdo do que ficar em uma fila por uma, duas horas seguidas para auferir lucros à instituição. Sai ano e entra ano, as empresas que encabeçam o ranque das mais lucrativas são as bancárias. Por mais que a tecnologia tenha melhorado, todavia o atendimento ainda está muito longe do ideal. Temos um País onde milhares de indivíduos procuram por um emprego, a maioria deles pelo primeiro emprego. Fica uma simples indagação: “Por que não empregar mais pessoas e oferecer um satisfatório atendimento aos clientes?”. Não podemos deixar de mencionar o medo que as pessoas possuem quando precisam ir a uma agência bancária, sabendo que a Bahia é um dos Estados que tem mais assaltos a bancos.

Os Vereadores, em comum acordo, decidiram por ir à Agência conversar com o Gerente e ter uma posição dele referente ao assusto.

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Luis Carlos Billhttps://focadoemvoce.com/
Luiz Carlos Marques Cardoso (Bill) trabalha de forma amadora com fotografia e filmagem. Ele gerencia atualmente dois sites: um de notícias e um pessoal. Está presente nas redes sociais, como no Instagram e Facebook, e tem um canal no YouTube com uma variedade grande de vídeos referentes à região da Chapada Diamantina e do Sertão brasileiro. Sua formação profissional é a de Contador.

4 COMENTÁRIOS

  1. Teve uma vez que eu só fui atendido quase as 18 horas, quase 3 horas esperando na fila..enquanto eles ficam batendo papo e fofocando sobre a vida alheia, quando não ficam atendendo celular justo quando a fila ta imensa.

  2. Esse sempre foi o Órgão Pública de Paramirim que tem o pior Atendimento,os Funcionários pensam que tem o Rei na Barriga,fizeram o Concurso Público baseado nele acham que não deve Obediência a Ninguém.Pois deve sim,o Povo é o Verdadeiro dono do Poder,é ao Povo que essas Pessoas tem que Prestar Contas,cabe aos Gestores fiscalizar esses Funcionários para saber se Eles estão atendendo bem o Povo que seu Patrão.Esse é um dos Problemas da Democracia,as Pessoas se acham no direito de fazer e acontecer,se fosse Cargos de Confiança seria posto na Rua,é esse o Destino de quem não Respeita quem Paga seu Salário.O POVO,que paga tem que cobrar….

    Raimundo Sucupira

  3. Parabéns Bill pela matéria.

    A escritora Nélida Pinõn disse certa feita que : Os Bancos são “A ÁGORA BRASILEIRA” submetendo o povo ao sacrilégio de humilhações. Os banqueiros abdicaram do senso de que o capital é a mola propulsora da nação, entretanto, passaram a ser cevados comensais das parcas rendas dos brasileiros, oficializando a famosa Agiotagem.
    Quanto à Agência do BB de Paramirim, esta padece de um mal crônico, desde que foi fundada o atendimento sempre foi o pior da história bancária. Não vamos usar meias palavras: os ofendidos que nos desculpem mas, os funcionários são deseducados, deselegantes, insensíveis e se julgam “sócios majoritários” do banco. Eles têm o áspero prazer de ver as pessoas padecerem nas filas, talvez para atraírem os olhares para eles, que durante a vida funcional não passarão de meros “autenticadores burocráticos” de papeletas.
    Há poucos dias um cliente foi sacar um numerário previdenciário por ordem judicial federal, não obedeceram tal ordem, exigiram abrir uma conta e só liberaram o valor cinco dias depois. Deram sorte que teve o feriado da semana santa, pois seriam presos em flagrante por descumprimento da ordem judicial e apropriação indébita. Esqueceram de que não são autoridades e que os bancos são simplesmente “depositários fiéis” dos correntistas, nada mais.
    Aconselho a superintendência do BB a promover cursos de reciclagem para esses funcionários, ou pelo menos um curso de boas maneiras, “já tá muito bom”, o povo agradece.
    Aos Vereadores que justamente se preocupam com tais atitudes, que busquem o Ministério Público, acionem-o, exijam a presença diuturna do Ministério Público na Comarca, pois somente aparece ai para fazer apreensão de gaiolas e pássaros silvestres, como se a fauna fosse mais importante do que a dignidade humana, em síntese – o homem, para quem são destinados todos os preceitos da Constituição Federal.

  4. Banco do Brasil é condenado por demora no atendimento em Guanambi

    Quarta, 21 de Maio de 2014

    As leis por si só não bastam e o Judiciário não age de maneira automática. Portanto a senha na verdade está nas mãos do cidadão que precisa conhecer seus direitos e cobrá-los, sem esperar que milagres aconteçam.

    Todos criticam o atendimento bancário aqui, ali e alhures. Em Guanambi está em vigor, uma lei que estabelece o tempo máximo de 20 minutos nas filas dos bancos em dias normais. Todo mundo reclama, mas nada acontece. Por que poucos se mexem.

    A prova que é preciso exercer a cidadania e brigar pelos seus direitos foi dada por um cidadão de nome Giulliano Felipe Costa Montalvão, ao mover uma Ação contra o Banco do Brasil de Guanambi, requerendo uma indenização por danos morais, por ter passado mais de duas horas sem atendimento.

    O Juiz Wagner Ribeiro Rodrigues da Vara do Juizado Especial Cível acatou o pedido do correntista e condenou o Banco do Brasil a pagar R$ 2.000,00 (Dois mil reais) referentes aos danos morais sofridos pelo cliente.

    O juiz afirma que o banco alegado estar se reestruturando para adequar a exigência da lei, porém isso não o isenta da sua obrigação, ainda mais sendo tal alegação feita há anos e o cliente não é obrigado a usar o autoatendimento, quando na condição de correntista já paga tarifas inerentes à sua própria movimentação.

    Assim sendo, cabe a quem se sentir lesado falar menos e agir mais. A justiça ainda é o melhor caminho.

    PUBLICADO HOJE 22/05/2014 NO SITE FAROL DA CIDADE.

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