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18 de janeiro de 2021
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O passado e o presente do Casarão do Recreio em Paramirim

O tempo corre e na sua forte correnteza vai arrastado tudo e a todos. Aqui temos algumas fotografias do Casarão do Recreio em Paramirim. Uma foto nos remonta ao passado; nas outras, o presente. A beleza do Casarão se perdeu para sempre, restam apenas as ruínas. A foto antiga que ilustra esta página nos foi passada pelo senhor Osvaldino Caíres Viana (Dino), por incrível que pareça, no momento que estávamos fazendo as fotos, no último domingo, dia 31 de julho de 2016, ele apareceu e tiramos a foto dele no Casarão, local onde morou.

A história de uma cidade sendo contada aos pedaços.

Luis Carlos Billhttps://focadoemvoce.com/
Luiz Carlos Marques Cardoso (Bill) trabalha de forma amadora com fotografia e filmagem. Ele gerencia atualmente dois sites: um de notícias e um pessoal. Está presente nas redes sociais, como no Instagram e Facebook, e tem um canal no YouTube com uma variedade grande de vídeos referentes à região da Chapada Diamantina e do Sertão brasileiro. Sua formação profissional é a de Contador.

6 COMENTÁRIOS

  1. Se me permite uma ligeira correção, não é a origem da Família Cayres. Essa tem origem nas minas auríferas do morro-do-fogo com o patriarca Manoel Joaquim Cayres.
    Esse casarão muito bem reprografado na matéria trata-se do Casarão do Recreio que foi construído pelo meu bisavô ERNESTO DE OLIVEIRA MARTINS que nele residiu com a sua família, lá nascendo os seus filhos biológicos: HERCULANO CHAVES MARTINS e AMÉRICA CHAVES MARTINS (minha avó). A fazenda Recreio e o respectivo casarão ficarão como legado, para a filha adotiva do casal Ernesto e Ana Bernardina que se chamava Joana, vindo esta a se casar com o Sr. Etelvino Cayres.

    É lamentável que os Gestores Municipais sem exceção, nunca tiveram a sensibilidade em efetivar o tombamento do nosso patrimônio arquitetônico. Se tivessem cuidado desse patrimônio não teríamos hoje que lamentar esse descalabro na nossa rica história.

    Nesse ensejo, chamo a atenção do que está ocorrendo no vilarejo histórico embrionário do morro-do-fogo. Estão derrubando as construções históricas e erguendo prédios de alvenaria. Nada contra o progresso, desde que seja recebido com o devido respeito à história. Falta de administração pública voltada para a cultura e a educação. Apenas uma questão de falta de inteligência!

  2. Meu caro amigo Délio, faço das suas palavras a minha. Sempre busquei denunciar o desrespeito praticado pelos nossas autoridades para com o patrimônio histórico e cultural em nossa região. Pena que nada será feito, pois a educação e a cultura não fazem parte de nenhum programa de governo dos políticos.Denunciar é o nosso direito, preservar é obrigação dos gestores. Desejo que os atuais candidatos possam ter sensibilidade e acreditar que um povo sem história é um povo sem futuro. Patrimônio histórico, traz o turismo, o turista, traz divisa econômica e cultura.

  3. Prezado amigo Gilmar e distintos internautas. Complementado a boa explanação de Gilmar, chamo-os para a devida atenção quanto ao pleito eleitoral em que estamos adentrando. Nenhum dos candidatos a prefeito e a vereador dos municípios de Paramirim e Água Quente, sequer fez a sua plataforma de governo ou de legislador, muito menos menciona a questão sócio-ambiental e o tombamento do patrimônio arquitetônico dos municípios. É uma lástima! Só pensam no dinheiro que chega através das secretarias estruturantes, tais como Saúde e Educação. Se a saúde pública está uma penúria, e a educação cumprindo o seu papel nos últimos anos, “deseducando” os nossos jovens, quanto mais cuidar do aspecto histórico-cultural e ambiental dos municípios.

    Para essas novas gestões administrativas, necessário se faz que estejamos antenados com o Ministério Público Federal e Estadual e desempenharmos marcação implacável quanto à aplicação do dinheiro público.

    O BRASIL PRECISA DE MUITOS JUIZES SÉRGIO MORO, E QUE CADA BRASILEIRO SEJA OLHOS E OUVIDOS DO MINISTÉRIO PUBLICO (este deveria ser o quarto Poder da República, pois é a única instituição criteriosa desse país).

    Délio Martins
    Escritor, Historiador e
    Membro Efetivo da Academia Guanambiense de Letras – AGL

    • Boa tarde, Sr. Délio Martins!

      Chamo-me Lavínia Andrill. Tomo a liberdade para me dirigir ao senhor. Como historiador, possivelmente, o senhor terá conhecimentos a cerca de antigas famílias de Paramirim.

      Pois bem. Meu avô paterno, MESSIAS ANDRILL nasceu em Paramirim, em 25 de dezembro de 1898. Era filho do Professor SEBASTIÃO ROSALINO ANDRILL e de D. MARIA ANTÔNIA CAYRES. Estou a procura de algum registro do meu avô: certidão de batismo ou de nascimento. Ou, com muita sorte, da certidão de casamento dos meus bisavôs, Sebastião e Antônia. O senhor poderia me orientar como conseguir estes documentos? O nome da Igreja mais antiga, ou Cartório de Paramirim ou a Escola onde meu Bisavô poderia ter lecionado nesta época, entre 1895 a 1910? Ficarei imensamente grata! E, mais uma vez, perdoe-me o abuso.
      Meu email é: lavinia_andrill@yahoo.com.br

  4. Sou filho de Massias andrill tenho (tive)minha avó paterna a sra,antonia aiyres avô paterno Sebastião rosalino andrill prof.Em paramirim onde nasceu o meu pai messias andrill.Provavelmente somos da mesma familia.

  5. Bom dia ! Sou filha de Josué Cayres Lopes e de Maria Cayres Lopes (Santinha) já falecidos . Cheguei a conhecer Nelson, Tia Idalia, Pequena e tenho fotos do casamento de Helena filha de Nelson, e mamãe falava muito de Paramirim da familia e meus avos por parte de pai Jose e Odete e por de mae Jose e Alice.

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